A vida é uma grande experiência

Estamos publicando este blog para estarmos em contato com o mundo todo, gente que conheço de tudo que é lado e quem não conheço ainda, para falar das importâncias desta nossa vida. Passei agora por um segundo acidente, que faz, mais do que nunca valorizarmos cada instante e cada momento de nossa existência. Quero relatar experiências, gostos, falar sobre esporte, cinema, marketing e muito mais. E quero opiniões de todo mundo sobre os assuntos postados.
Turma, tô aí no mundo virtual! Viagem comigo!!!

domingo, 8 de abril de 2012

Crítica do filme "Heleno"

   Bom pessoal, estou retomando o blog para ativar os neurônios e também para ocupar saudavelmente o tempo. Inicio com a critica do filme "Heleno", tão comentado e divulgado na mídia, mas que vem alcançando pífias rendas de bilheteria.


"  A trajetória meteórica do craque do Botafogo Heleno de Freitas é quase um roteiro pronto para ser rodado. Advogado de formação, oriundo de família rica, viciado em éter, vaidoso e mulherengo o jogador era dono de um temperamento explosivo, o que lhe rendeu o apelido de Gilda (referência a intempestiva personagem de Rita Hayworth no longa de 1946). Sua breve e atribulada história, espécie de síntese dos craques que viriam nas décadas seguintes, chega aos cinemas num brilhante trabalho de interpretação de Rodrigo Santoro, que incorpora o ídolo morto precocemente aos 39 anos." 
Este é um pequeno resumo para esta obra, difícil de se assistir, pois a própria vida de Heleno é complicada. O que deveria ser um filme sobre esporte, acaba apenas tendo em seu fundo de roteiro, a história do jogador que foi craque no Botafogo no final dos anos 40, só que ao mesmo tempo, o apelido de pé-frio, pois foi 3 vezes vice-campeão carioca.
 O roteiro retrata mais a vida boêmia, os casos, a indisciplina e o não cuidado com si mesmo, que o prejudicaram de participar da Copa de 50, apesar dele ter sido o craque do sul-americano em 48.
 Uma atuação primoroso do Rodrigo Santoro, que encarnou o papel de uma forma tão viril, que fica difícil de acreditar que tudo acontece em 12 anos de história. Vemos um Santoro inteiro e galanteador, um em queda e sem soluções, e por fim, um doente, em fase terminal, de forma explêndida.
 Não chega a ser um filme para grandes públicos, pois além de ser em preto e branco, ele transcorre de um problema de mudanças dos anos do personagem, que só se identifica para quem conhece ou imagina como deveria ter sido a vida dele. É um filme lento, com boa atuação da atriz Alinne Moraes e recohecimento do Rio de Janeiro desta época. Mas deves ir preparado para acompanhar um filme lento e histórico.
  Para um programa diferente, até que vale a pena....aproveite que logo estará saindo de cartaz dos cinemas.
Fonte: Cineclick.com.br